Veja 10 armadilhas comuns em Business Intelligence

Trabalhar com Business Intelligence (BI) é ótimo, desde que essa tecnologia seja implementada da forma correta na empresa. Caso contrário, ela pode dificultar ainda mais a tomada de decisões e a procura por soluções.
Pensando nisso, listamos 10 armadilhas comuns em Business Intelligence para que sua empresa não caia nelas durante a implementação de um software de BI!
1. Não conversar com os colaboradores
Não conversar com os colaboradores sobre o software de BI é um grande erro, pois eles precisam entender o porquê a empresa está implementando o programa e como esse pode ajudar cada setor. Caso não haja essa conversa, dificilmente os profissionais vão utilizar o novo software.
2. Não ensinar os profissionais a utilizarem a tecnologia
Além de explicar os benefícios que o software de BI traz, também é necessário ensinar os colaboradores a utilizá-lo. Afinal, essa é a única maneira de os profissionais se familiarizarem com a ferramenta, trabalharem de forma adequada e se sentirem confortáveis. Lembre-se de que os treinamentos precisam acontecer sempre que houver atualizações no sistema ou novos colaboradores na empresa.
3. Implementar o software rapidamente
Muitos acreditam que quanto mais rápido um software for implementado, mais rápido ele trará soluções. Porém, isso não é verdade. Na realidade, é preciso ter paciência e instalar a ferramenta gradualmente na empresa, pois assim os colaboradores vão se familiarizar e saberão extrair o melhor do que ela oferece.
4. Não ter um objetivo para atingir
Se a empresa não tiver um objetivo claro, ela não saberá quais dados devem ser analisados e, consequentemente, não conseguirá gerar ROI. Por isso, é imprescindível ter um objetivo específico com o programa de BI. Caso contrário, a instituição terá vários dados à disposição, mas eles não terão uma serventia real, pois a empresa não saberá como usá-los.
5. Não proteger dados
Permitir que todos os colaboradores acessem os dados do software pode parecer inofensivo, mas para proteger a empresa é importante que você estabeleça limites e uma certa hierarquia nesse espaço. Então, organize quem pode acessar o que, por exemplo, e quais colaboradores têm permissão para editar um arquivo.
6. Esquecer-se da integração
Adquirir um software que faça integração com outros programas já utilizados pela empresa é essencial, pois essa característica facilita e agiliza processos do cotidiano. Então, quando estiver analisando as funcionalidades da ferramenta, não se esqueça de observar se ela pode ser integrada com outros softwares.
7. Não escolher uma solução adequada
Existem diversos softwares de BI no mercado, mas nem todos são bons ou adequados para as necessidades de sua empresa. Sendo assim, é preciso pesquisar bastante antes de decidir qual ferramenta será usada na instituição.
8. Acreditar que o software será o mesmo sempre
Outra armadilha é acreditar que o software adquirido será sempre o mesmo. Uma boa ferramenta lança atualizações de tempos em tempos e até novas versões que se adequem melhor às necessidades de seus clientes. Por isso, tenha em mente que você continuará aprendendo e que a empresa precisará fazer novos investimentos na área ao longo do tempo.
9. Procurar os dados no software
Lembre-se de que a ferramenta deve trabalhar a seu favor e não o contrário. Então, programe-a para lhe fornecer os dados desejados de maneira simples em vez de ficar procurando por eles.
10. Não utilizar os dados coletados
Uma das maiores armadilhas em BI é não analisar e utilizar os dados fornecidos pelo software. Muitas empresas acabam trabalhando somente com os relatórios que já estão acostumadas e perdem diversas oportunidades.
Não se esqueça de conferir o que o BI oferece e de pensar fora da caixa quando analisar essas informações. Dessa forma, você garantirá o crescimento de sua empresa, pois fará com que ela evite riscos e não perca mais oportunidades.
Lembre-se dessas dicas na hora de implementar um sistema de BI em sua empresa para garantir que a instalação será um sucesso. Agora que você já sabe quais são 10 armadilhas comuns em Business Intelligence, confira como sair do Excel com o Power BI!
Luiz Antonio Sgargeta é sócio fundador e CEO da Trinapse, consultoria brasileira de Microsoft 365 com quase duas décadas de operação, acumula mais de 20 anos em desenvolvimento de software e em ambientes corporativos de alta complexidade.
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Trabalha com SharePoint desde o SharePoint Portal Server 2003 e com .NET desde a versão 1.0. Acompanhou a plataforma em todas as suas reinvenções, do portal de documentos on-premises ao SharePoint Online dentro do Microsoft 365, o que dá a ele uma leitura rara sobre o que muda de verdade e o que é apenas nome novo para o mesmo problema.
No início da carreira atuou em uma das maiores operações de e-commerce do país, em sistemas que não toleram degradação de performance nem indisponibilidade, essa origem definiu o critério que ele aplica até hoje: solução boa é a que sustenta volume real, integra com o legado que já existe e não quebra no pico.
Depois disso, passou por praticamente todo tipo de projeto corporativo, de portais e intranets de milhares de usuários a integrações críticas e automação de processos de ponta a ponta, sempre em grandes empresas e em desafios de alta exigência.
A marca do trabalho dele é a tradução entre tecnologia e negócio, levanta a necessidade real por trás do pedido do cliente, questiona o processo antes de automatizá-lo e desenha a solução pelo resultado esperado, não pela ferramenta disponível, é o que permite conversar com a diretoria sobre retorno e com o time técnico sobre arquitetura na mesma reunião.
Hoje lidera a frente comercial e estratégica da Trinapse e conduz a empresa no novo ciclo da inteligência artificial, com foco em agentes de IA e operação de processos assistida por IA para cooperativas de crédito, agronegócio e indústria. Escreve no blog da Trinapse desde 2019, com mais de 450 artigos sobre IA, SharePoint, Power Platform, Modern Workplace e transformação de processos, sempre a partir de projeto entregue e não de teoria.



