Microsoft Power Platform

Soluções low-code, construídas com disciplina enterprise.

Transformamos processos mapeados em apps, automações e dashboards no Microsoft Power Platform, seguros, governados e prontos para escalar.

Tecnologia a serviço do processo

Tecnologia sozinha não conserta um processo quebrado. Por isso, cada solução que construímos começa a partir de um processo documentado e de um design claro, de modo que o que entregamos seja auditável, sustentável e genuinamente útil desde o primeiro dia.

Uma plataforma, seis blocos construtivos.

Power Apps

Apps Canvas e Model-Driven personalizados, com suporte offline para operações de campo

Power Automate

Automação de fluxos, aprovações e integrações que eliminam trabalho manual

Power BI

Power BI

Dashboards e relatórios com segurança em nível de linha para acesso controlado a dados

Dataverse

Modelo de dados estruturado e seguro com controle de acesso por papel, a fonte única de verdade

Copilot Studio & AI Builder

Agentes conversacionais e automação com inteligência artificial

SharePoint Online

SharePoint Online

Portais, gestão documental e colaboração como espinha dorsal de conteúdo

Como construímos.

01
PDD

Documento de Design de Processo

02
Arquitetura

Design da solução técnica

03
Desenvolvimento

Construção no Power Platform

04
QA & Validação

Validado contra o PDD

05
Publicação

Deploy nos ambientes de produção

06
Sustentação

Suporte e evolução contínua

Cerca de 90% do que construímos é guiado por um Documento de Design de Processo, então o desenvolvimento nunca é um chute, e o QA valida contra uma fonte de verdade documentada.

O que um engajamento de Power Platform produz.

Apps orientados a processo

Aplicações Canvas e Model-Driven construídas a partir de requisitos documentados

Automações de ponta a ponta

Fluxos Power Automate para aprovações, notificações e integrações de sistemas

Dashboards governados

Power BI com segurança em nível de linha e acesso controlado a dados

Modelos de dados unificados

Arquiteturas Dataverse que substituem planilhas espalhadas

Construído para ser confiável.

Disciplina de ALM

Ambientes de Dev, Teste e Produção com deployments controlados

Segurança por design

Controle de acesso por papel, segurança em nível de linha e governança do Microsoft 365

QA em cada entrega

Casos de teste derivados do PDD e validados contra ele

Especialmente importante para setores regulados, cooperativas de crédito, serviços financeiros e agronegócio, onde a auditabilidade não é opcional.

Sem surpresa na licença.

Ajudamos você a navegar pelo licenciamento do Power Platform, Power Apps Premium, Power Automate e capacidade do Dataverse, para que você pague apenas pelo que sua solução realmente precisa.

Tem um processo pronto para digitalizar?

Vamos transformá-lo em uma solução que sua equipe vai realmente usar.

Perguntas frequentes

O que é o Microsoft Power Platform?

O Power Platform é o conjunto de ferramentas low-code da Microsoft para construir aplicações, automações e análises sobre os dados que a empresa já tem no Microsoft 365. São seis blocos: Power Apps para aplicativos, Power Automate para fluxos e integrações, Power BI para dashboards, Dataverse como base de dados estruturada e segura, Copilot Studio e AI Builder para agentes e inteligência artificial, e SharePoint Online como espinha dorsal de conteúdo e documentos. A vantagem real não é escrever menos código, é entregar em semanas dentro da governança e da segurança que a empresa já opera.

Qual a diferença entre Power Apps Canvas e Model-Driven?

Canvas é desenhado tela a tela, com liberdade total de layout, e serve bem para tarefas específicas, uso em celular e operações de campo, inclusive offline. Model-Driven é gerado a partir do modelo de dados no Dataverse, com a interface derivada das entidades e dos relacionamentos, e serve bem para processos com muitas tabelas relacionadas, cadastro pesado e regras de negócio. A escolha não é de estilo, é de natureza do problema: se a dificuldade está na experiência de uso, Canvas, se está na complexidade dos dados, Model-Driven.

Quando usar Power Platform e quando partir para desenvolvimento tradicional?

Power Platform rende quando o processo é interno, roda sobre dados corporativos, precisa de integração com Microsoft 365 e tem prazo curto, que é a maior parte das automações de back office. Desenvolvimento tradicional continua sendo a escolha certa para produto voltado ao público externo em escala, requisitos de performance muito específicos, interfaces altamente customizadas e sistemas com milhões de transações. O erro caro é o inverso do que se imagina: não é usar low-code demais, é insistir em desenvolvimento sob medida para um formulário de aprovação que a área precisava para ontem.

Preciso de licença Power Apps Premium?

Depende dos conectores que a solução usa. Apps e fluxos que acessam apenas SharePoint, Outlook, Teams e outros conectores standard já estão cobertos pelas licenças de Microsoft 365 existentes. Conectores premium, como Dataverse, SQL Server, chamadas HTTP e conectores customizados, exigem Power Apps ou Power Automate premium para os usuários que utilizam a solução, ou o modelo pay-as-you-go via Azure. Essa definição precisa ser feita na arquitetura, antes do desenvolvimento, porque a escolha de armazenar em Dataverse ou em lista do SharePoint muda o custo mensal para sempre.

Dataverse ou lista do SharePoint, qual usar como base de dados?

Use lista do SharePoint quando os dados são simples, o volume é moderado e a solução gira em torno de documentos e colaboração, sem exigência de segurança por registro. Use Dataverse quando existem tabelas relacionadas, regras de negócio no servidor, auditoria nativa, segurança por papel e por linha, e volume que faria a lista sofrer com limite de delegação e com o threshold de visualização. A decisão tem consequência de licença, porque Dataverse é conector premium, e por isso ela entra na arquitetura, não no meio do desenvolvimento.

Low-code aguenta aplicação crítica e escala de verdade?

Aguenta, desde que a solução seja arquitetada e não improvisada. Os problemas atribuídos ao low-code quase sempre têm causa conhecida: consulta não delegável que trunca resultados em alguns milhares de registros, lista usada onde cabia banco relacional, ausência de ambientes separados e nenhum controle de publicação. Com modelo de dados correto, funções delegáveis, disciplina de ALM e testes, aplicações do Power Platform sustentam processos críticos em instituições financeiras. O limite real do low-code é de arquitetura, não de plataforma.

O que é o PDD e por que ele vem antes do desenvolvimento?

O PDD, Documento de Design de Processo, é a especificação que descreve o processo, as regras, os papéis e o comportamento esperado da solução antes de qualquer construção. Cerca de 90% do que entregamos é guiado por ele, o que muda duas coisas na prática: o desenvolvimento deixa de ser interpretação da conversa de ontem, e o QA passa a validar contra uma fonte de verdade documentada, em vez de contra a memória de quem pediu. Em setor regulado ele vira também o artefato de auditoria do processo.

Como funciona o ALM no Power Platform, com ambientes de desenvolvimento, teste e produção?

A solução é construída em um ambiente de desenvolvimento, empacotada em solution, promovida para teste e só então publicada em produção, com deployment controlado e rastreável. Isso evita o padrão mais comum e mais perigoso do low-code, que é editar direto em produção sem histórico e sem volta. Somam-se a isso as políticas de DLP definindo quais conectores podem se comunicar, o controle de quem publica e o inventário do que existe em cada ambiente, que é o mínimo exigido em auditoria de instituição financeira.

Dá para controlar quem vê cada dado no Power BI?

Sim, com segurança em nível de linha, que filtra os dados conforme o usuário autenticado, de modo que o gerente de um posto de atendimento abre o mesmo relatório que a diretoria e enxerga apenas a sua carteira. O controle usa as identidades do Microsoft 365 e do Entra ID que a empresa já administra, sem cadastro paralelo de usuários. Isso permite publicar um único relatório para toda a organização em vez de manter várias versões recortadas, que é como o dado sensível costuma vazar por descuido.

Quanto custa desenvolver uma solução no Power Platform?

O custo se divide em duas partes que precisam ser avaliadas juntas: a construção, dimensionada pela quantidade de telas, regras, integrações e volume de dados, e o custo recorrente de licenças e capacidade, que depende dos conectores e do armazenamento escolhidos na arquitetura. Uma automação de aprovação sobre SharePoint pode não gerar nenhum custo adicional de licença, enquanto uma solução em Dataverse com conectores premium tem mensalidade por usuário. Por isso o desenho de licenciamento é feito antes de construir, e não descoberto na fatura.

Quanto tempo leva um projeto de Power Platform?

Uma solução de escopo definido costuma levar de 1 a 10 semanas, passando por PDD, arquitetura, desenvolvimento, QA validado contra o documento e publicação. Automações simples de aprovação ficam na ponta curta, aplicações com múltiplas entidades, integrações com sistemas legados e exigência de auditoria ficam na ponta longa. O que mais atrasa projeto de Power Platform não é o desenvolvimento, é a indefinição das regras de negócio, que é exatamente o que o PDD resolve antes de começar.

Qual a diferença entre contratar a consultoria de Power Platform e contratar o Power Squad?

A consultoria entrega uma solução de escopo definido, com começo, meio e fim, e é a escolha certa quando a empresa sabe qual processo quer digitalizar. O Power Squad é capacidade recorrente, um time fixo que mapeia, digitaliza e sustenta um portfólio de processos mês a mês. Na prática, muitos clientes começam com um projeto de consultoria para resolver a dor mais urgente e migram para o squad quando percebem que a fila de processos não acaba e que alguém precisa responder pelo que já está em produção.