Copilot Credits: como controlar o custo dos agentes de IA
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Com a chegada da inteligência artificial generativa, uma pergunta começou a surgir nas empresas: o Power Automate Desktop morreu?
A resposta é: não.
O RPA não morreu. Ele está evoluindo.
O que perde força é o modelo de automação isolada, usado apenas para repetir cliques e tarefas manuais sem inteligência, sem integração e sem visão de processo. O novo cenário é diferente: o RPA passa a ser combinado com IA, Copilot, Power Automate Cloud, SharePoint, Dataverse, Teams e Power BI.
Nesse contexto, o Power Automate Desktop continua relevante porque muitas empresas ainda dependem de sistemas legados, aplicações desktop, portais sem API e rotinas operacionais que exigem interação com telas.
O Copilot não substitui essa necessidade. Ele amplia o valor do RPA.
Antes, o RPA era visto principalmente como um robô que executava passos definidos:
Esse modelo ainda funciona, mas pode ser limitado quando o processo exige interpretação, classificação ou interação mais natural com o usuário.
Com o Copilot, o RPA ganha uma nova camada.
A automação pode passar a contar com:
Ou seja, o Copilot não elimina o Power Automate Desktop. Ele torna a automação mais inteligente, acessível e conectada ao dia a dia das áreas de negócio.
O novo RPA com Copilot amplia o papel da automação nas empresas, deixando de atuar apenas como uma sequência de cliques e passando a fazer parte de processos mais inteligentes, integrados e orientados ao negócio.
Entre as principais vantagens estão:
Em resumo, o RPA com Copilot permite que a empresa evolua de automações pontuais para uma operação mais conectada, produtiva e inteligente.
O RPA continua relevante porque a transformação digital das empresas não acontece de uma vez.
Mesmo organizações modernas ainda convivem com:
Substituir todos os sistemas pode ser caro, demorado e inviável no curto prazo.
O RPA permite criar uma ponte entre o ambiente atual e uma operação mais digital.
Com Copilot, essa ponte se torna mais inteligente, mais acessível e mais conectada ao negócio.
O Copilot não representa o fim do RPA. Ele representa a evolução do RPA.
Empresas que usam Power Automate Desktop apenas para repetir tarefas já conseguem obter ganhos de produtividade. Mas empresas que combinam RPA com Copilot, Power Platform e IA podem avançar para um modelo mais estratégico de automação inteligente.
A pergunta, portanto, não é se o RPA morreu.
A pergunta é:
sua empresa ainda usa RPA apenas para executar tarefas ou já está preparada para transformar processos com IA e automação inteligente?
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