Catalog no Power Platform: como publicar e distribuir soluções entre ambientes
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Em muitos projetos com Power Apps, chega um momento em que o conector pronto não resolve tudo. Às vezes você precisa validar um dado, consultar uma API externa ou simplesmente devolver uma resposta mais simples para o app.
Uma forma prática de resolver isso é usando Azure Function.
Neste exemplo, vamos mostrar um caso básico: o usuário informa um código no Power Apps, a Azure Function recebe esse valor e devolve uma resposta simples com status e mensagem.
A ideia aqui não é criar uma arquitetura complexa, mas sim mostrar o conceito funcionando de forma clara.
Vamos imaginar um aplicativo em Power Apps com um campo onde o usuário digita um código de cliente.
Ao clicar em um botão, o app chama uma Azure Function. Essa função verifica se o código foi informado e devolve uma resposta como:
Esse é um exemplo simples, mas suficiente para demonstrar como o Power Apps pode consumir uma lógica externa.
O fluxo será este:
Power Apps → Azure Function → resposta em JSON → Power Apps
No portal do Azure, crie uma Function App e depois uma função do tipo HTTP Trigger.
Para este exemplo, a função pode receber um parâmetro chamado code e retornar uma resposta simples.
Exemplo em C#:
using Microsoft.AspNetCore.Http;
using Microsoft.AspNetCore.Mvc;
using Microsoft.Azure.Functions.Worker;
using Microsoft.Extensions.Logging;
using System.Text.Json;
namespace PowerAppsDemo;
public class ValidateCustomerCode
{
private readonly ILogger<ValidateCustomerCode> _logger;
public ValidateCustomerCode(ILogger<ValidateCustomerCode> logger)
{
_logger = logger;
}
[Function("ValidateCustomerCode")]
public async Task<IActionResult> Run(
[HttpTrigger(AuthorizationLevel.Function, "post")] HttpRequest req)
{
_logger.LogInformation("ValidateCustomerCode function processed a request.");
string requestBody = await new StreamReader(req.Body).ReadToEndAsync();
var data = JsonSerializer.Deserialize<CustomerRequest>(requestBody);
if (string.IsNullOrWhiteSpace(data?.code))
{
return new BadRequestObjectResult(new
{
isValid = false,
message = "Código não informado"
});
}
return new OkObjectResult(new
{
isValid = true,
customerName = "Cliente Exemplo",
message = "Código validado com sucesso"
});
}
}
public class CustomerRequest
{
public string? code { get; set; }
}O que essa função faz?
Ela recebe um JSON com o campo code.
Se o valor não for enviado, retorna erro.
Se o valor existir, devolve uma resposta simples de sucesso.


Depois de publicar a função, copie a URL gerada pelo Azure e faça um teste.
Você pode testar com Postman ou pela própria área de teste do Azure.
Exemplo de body:
{
"code": "CLI-1001"
}Resposta esperada:
{
"isValid": true,
"customerName": "Cliente Exemplo",
"message": "Código validado com sucesso"
}Esse é um ótimo ponto para print no artigo:


No Power Apps, acesse Custom Connectors e crie um novo conector.
Você pode configurar manualmente ou importar uma definição OpenAPI, mas para um exemplo básico, o caminho manual já resolve bem.
Preencha:
Informações básicas
Segurança
Se estiver usando a Function Key, configure a autenticação conforme a necessidade do ambiente.
Definição
Crie uma ação do tipo POST apontando para a sua Function.
Por exemplo:
Request
Adicione um body com o campo:
Response
Mapeie os campos retornados:
Esse momento também rende bons prints:



Com o conector publicado, abra seu aplicativo no Power Apps e adicione:
Supondo:
No botão, use algo assim:
Set(
varValidation,
CustomerValidationConnector.ValidateCustomerCode(
{
code: txtCustomerCode.Text
}
)
)Depois, em uma label, você pode exibir:
varValidation.message
E em outra:
varValidation.customerName
Se quiser, pode até mudar a cor de um ícone com base no retorno:
If(varValidation.isValid, Color.Green, Color.Red)
Aqui você já consegue vários prints interessantes:

Usar Azure Function no Power Apps é uma forma simples e eficiente de criar integrações personalizadas. Mesmo em um cenário básico, já fica claro como essa abordagem ajuda a deixar o app mais limpo e a lógica mais organizada.
Para quem quer mostrar um exemplo prático em artigo, apresentação ou demonstração, esse fluxo é ideal: fácil de montar, fácil de entender e visualmente bom para capturas de tela.
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